Descobrindo o Tarot

setembro 23, 2010

A PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR – O TAROT SE BASTA?

Filed under: Audio — Tags:, , — Leonardo Dias @ 3:18 AM

podcast #5 aqui!

O Tarot se basta? Ele deve ser suficiente para se realizar uma leitura. Luci, outra participante da comunidade de Orkut da Rainha de Ouros, levantou recentemente essa questão para mim. Esse é um assunto que eu vejo com freqüência em grupos de discussão sobre Tarot, e vi no ensejo dado pela Luci uma ótima oportunidade para expor a posição do Descobrindo o Tarot a respeito. O resultado vocês podem conferir AQUI.

No geral, eu poderia responder que o Tarot pode se bastar, mas ele não precisa se bastar sempre. O Tarot é um sistema simbólico que admite e comporta bem associações e interações com outros sistemas. A autonomia do Tarot como ferramenta divinatória não exclui suas outras possibilidades, e fica a cargo de cada praticante estabelecer tais parâmetros, optanto por essa ou aquela abordagem, de acordo com o que sua personalidade requer para que se realize uma conexão com essa ferramenta que é o Tarot.

A citação da Cynthia Giles que eu leio no audio é a seguinte –

“Na verdade, o Tarot não é só uma ferramenta. Ele é uma caixa de ferramentas inteira. A prática do Tarot pode ser realizada em diversos níveis diferentes, variando do equivalente a fritar um ovo, ao equivalente a cozinhar uma refeição completa, quatro estrelas. E essa caixa de ferramentas expande-se para encontrar suas necessidades tão longe quanto seu progresso for capaz de ir.”


.

 

A set list do audio de hoje gira mais em torno do disco e vintage house. Confira abaixo os nomes – –

 

 

Candi Staton, com o super hit Young Hearts Run Free, lançado em 1976;

 

Hercules & Love Affair, arrasando no disco contemporâneo com Athene, de 2008;

 

George Michael, criticando o governo Bush com estilo nessa faixa super funky, Shoot the Dog, de 2002;

 

Michael Jackson, com Don’t Stop ‘til You Get Enough, um de seus grandes sucessos, lançada em 1979;

 

Sister Sledge, dando muito close com Lost in Music, também de 1979;

 

Lipps, Inc., com um dos hits epitômicos da era disco,  Funkytown, de 1980;

 

 

Scissor Sisters, fechando o set com um remix de Filthy/Gorgeous, de 2005.

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Agradeço especialmente à Luci, por levantar a questão e me dar a oportunidade de falar disso um pouco!

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2 Comentários »

  1. Ótimo post Léo!!!!

    Comentário por Marcela Alves — setembro 23, 2010 @ 11:53 PM

    • Brigado! Espero não ter pegado pesado na controvérsia, minha intenção é resolvê-la, ou ao menos ajudar pra isso, e não colocar mais fogo nela.

      Abç

      Comentário por Leonardo Dias — setembro 23, 2010 @ 11:58 PM


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