Descobrindo o Tarot

outubro 2, 2010

UPDATES DE SIGNIFICADO 1 – Cinco de Bastões, Cinco de Pentagramas, Nove e Dez de Espadas

podcast #6 aqui!

Significados! Quem é que estuda Tarot e não se preocupa com eles, certo? Ultimamente, eu conscientemente me desviei um pouco desse tema no meu blog, primeiro porque eu acredito que conferir significados às cartas é uma questão muito pessoal, e segundo porque já tem um monte de outros blogs por aí fazendo isso. No entanto, só agora me ocorreu isso (exatamente nesse momento, enquanto eu lia as cartas pra eu mesmo) que seria legal voltar a tratar disso no blog, porque é um aspecto fundamental do estudo do Tarot, afinal.

Os significados que atribuímos a cada carta naturalmente permanecem em processo de constante mudança, porque eles refletem nossa experiência crescente, e também porque nossa visão das cartas vai mudando com o tempo. Eu estou em um momento particular de meio que re-significação das minhas cartas, porque meus estudos estão mudando de rumo (ou melhor, estou vendo com mais clareza o rumo que eu quero seguir), e também porque eu acho que a minha concepção do Tarot se torna mais concreta. Então, tive a ideia de criar essa categoria de posts. Nela, eu vou publicar atualizações de coisas que eu descobri sobre os significados das cartas cada vez que eu tiver um insight que contribua para uma concepção mais ampla de uma certa carta.

O formato é bem livre, os tópicos poderão ser de uma linha, ou de trezentas, rs – prometo me esforçar pra ser sintético. A única coisa que eu vou fazer sempre é criar uma parte especial para significados concretos das cartas – eu como leitor preciso me tunar mais nisso, e vocês como público adoram isso que eu sei 😉 Uma ideia que também acabei de ter foi a de incluir gravações de audios junto com cada post, para aqueles que preferem escutar a ler. O podcast para esse update está disponível para audição AQUI.

Mas, conversa vai, conversa vem, vamos começar logo com isso…

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CINCO DE BASTÕES. . . . . . . . . . . . . . . Muita energia, muita atividade, geralmente sendo gastas com coisas que não requerem tanto, ou bobeiras. Foi sempre mais ou menos assim que eu via essa carta, até realmente ir atrás de mais algum significado. Aqui, Waite tenta bem combinar duas de suas principais fontes para significados – a GD e Etteilla (talvez por intermédio dos trabalhos publicados de Mathers, que baseiam-se largamente no último). A GD significa essa carta por basicamente dor e luta, conflito; Etteilla e Mathers vão mais pela linha de riqueza, fortuna e esplendor, citando mesmo o próprio Sol. Waite parece querer conciliar essas duas visões quando diz que essa carta representa “…encarniçada competição e luta em busca de riquezas e fortuna (…), a batalha da vida.” Legal, eu gostei dessa ideia de “batalha da vida”, porque traz a conotação de luta, esforço e desgaste, próprios do belicoso naipe de Paus.

Meu cálculo pictórico com a imagem é mais ou menos assim – –

  • Meninos/jovens = força juvenil, pueril, portanto embrutecida e intensa, mas pouco educada – – jovialidade, infantilidade, inconseqüência, falta de tato;
  • Eles bagunçando = desordem, bagunça, anarquia, falta de organização, folguedo, coisas efêmeras, explosivas;
  • A aparente falta de propósito = falta de foco, de objetivos concretos, não chega em lugar nenhum direito;
  • Eles podem estar só brincando, então = diversão, no sentido de treino lúdico pra agir, esquentar os motores, prática de esportes.

Eles aparentemente estão só brincando, se divertindo, então dá essa ideia de força juvenil sendo aplicada com pouco foco, mas também a ideia de gastar energia por ter em excesso.

Faz uns dias, essa carta caiu para uma cliente em uma pergunta sobre seu relacionamento com um ficante, e, junto com outras cartas de fogo, o que eu vi foi que ela tinha tanto tesão nele que, na hora de transar, metia os pés pelas mãos e perdia o controle, por ir com muita sede ao pote.

A aparente prática de esportes me faz pensar nos antigos Jogos Olímpicos – competitividade saudável, esportividade, jogos, competição no trabalho. Cada menino quer mostrar que ele é o mais forte, o mais esperto, o mais capaz…

Muitos conferem a essa carta o significado de pequenas coisas que, juntas, trazem complicaçõezinhas de pouca importância, mas que tiram tempo e energia.

O significado de Waite, embora não muito evidente na imagem, é interessante, porque traz uma dimensão nova à carta que meio que concilia esse significado de probleminhas a luta intensa da vida, do dia a dia – problemas, tribulações, complicações que exigem nosso cuidado, afazeres.

Então, a gente fica com mais ou menos esses dois núcleos de significado – intensa atividade e luta, complicações. Acho que o importante sobre essa carta é saber que nada aqui é sério, é tudo meio simulado, lúdico. Tipo briga de menino, sabe? A fronteira entre a brincadeira e a agressão é muito tênue, e é o que eu vejo nessa carta.

Essa carta pode até representar discórdia e briguinhas, mas é mais a busca da desestabilização como uma forma de “usar as ferraduras novas” do que o genuíno desejo de agredir e injuriar do Cinco de Espadas, por exemplo.

A desordem que reina aqui recebe um fim na carta seguinte, onde a gente pode ver o nobre cavaleiro que chegou e colocou ordem no pedaço. Os cinco meninos agora tem alguém a quem obedecer, e o seguem. A energia deles é canalizada a um fim específico. Esse é o êxito do Seis de Paus.

Astrologicamente, essa carta é Saturno em Leão, então a gente pode facilmente ver as associações de dificuldades e lutas da vida (Saturno) com as riquezas e glória (Leão).

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Significados concretos – –

  • Muita energia
  • Atividade constante
  • Esportes, atividade física
  • Treinamento físico
  • Brincadeira, diversão
  • Problemas, complicações
  • Luta cotidiana

Tá se perguntando como decidir-se entre os significados? Intuição + cartas vizinhas + contexto da leitura + dignidades (se você as usa). Mistério nenhum…

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CINCO DE PENTAGRAMAS. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . Continuando na vibe dos Cincos, outra carta desse número, do naipe de Pentagramas. Faz tempo que eu tive esse insight, mas vou aproveitar o espaço. Foi durante uma conversa com uma leitora do blog, no chat – adoro essas conversas casuais, insights costumam vir quando a gente menos espera por eles.

No Cinco de Pentagramas, vemos sutilmente uma mensagem de cunho social, e profundamente filosófica também. Num nível imediato, a imagem dessa carta denuncia as mazelas da nossa sociedade, com seus contrastes; em um nível mais profundo, contempla a própria condição humana.

Essa carta mostra uma condição marginal – do lado de fora, os mendigos, leprosos, sem rumo na neve do inverno – são os danados, a “sobra” da sociedade. Do outro lado, do qual só podemos ter uma vaga sugestão pelo vitral, o interior quente, confortável e ricamente ornado da catedral – o mainstream social, a Igreja, dona da mentalidade vigente, do establishment. Na carta, temos, muito levemente, esse contraste delineado.

Tradicionalmente, os dois naipes “masculinos” – Bastões e Espadas – tratam da busca individual, ao passo que os dois naipes “femininos” – Copas e Pentagramas – tratam do convívio social, da família, e da vida em comum. O naipe de Pentagramas é tematizado no trabalho, na atividade que dá frutos e se converte em valor corrente, no funcionamento da sociedade como um organismo. Se você não participa da sociedade, você está fora dela, automaticamente destinado a vagar sem rumo, sem teto, com uma identidade fraturada pela ausência de um lugar próprio.

Pensando um pouco mais, essa carta traz também uma interessante mensagem espiritual. Tudo se centra na janela. A janela é também um símbolo de passagem, e marca o contato limitado entre dois mundos, entre dois estados de ser. Aqui, ela é uma ligação entre a realidade hostil do mundo humano, e a graça e glória do mundo espiritual, do qual só temos um mero vislumbre através das cores do vitral. Os dois mendigos retratam a condição humana, e poderiam mesmo ser comparados às duas personagens (um homem e uma mulher, a propósito) acorrentadas no Diabo e lançadas da Torre. Somos nós. E a mensagem da carta é bem simples – longe do Espírito, nós, como eles, não somos nada além de carne ambulante e perecível às intempéries.

Eu tive esse insight durante uma leitura destinada a responder a uma pergunta simples da leitora com quem eu conversava – será que a gente manipula ou falseia a leitura? Pra mim, a resposta foi clara – qualquer falsidade é decorrente da nossa própria miséria, e da nossa dificuldade em ver a realidade do Espírito através das cartas. O Tarot é mesmo uma janela para outra percepção de realidade, mais ampla.

A interpretação de Waite é tão direta como a imagem – essencialmente, “percalços materiais” mesmo. Talvez não tão dramáticos como na carta, mas ela passa a ideia. Waite também menciona um significado alternativo de amor, união e afinidades, que é o significado mais antigo atribuído a essa carta (o que trata de problemas com dinheiro é da GD). Embora Waite se queixe sobre a dificuldade em conciliar ambos significados, Pamela parece ter empregado seu talento aqui com maestria ao retratar um casal miserável – mesmo sob a miséria total, eles não se separam. Em leituras sobre amor, eu às vezes leio essa carta como o casal passando por dificuldades que testam sua união.

A ilustração do vitral sempre me intrigou… ela mostra os cinco pentagramas dispostos em uma árvore. O que será que isso quer indicar? A Árvore da Vida? Crescimento? A Árvore do Mundo, tipo Yggdrasil, de onde tudo provém (a Árvore como fonte espiritual)?

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FATOS SIMPLES

  • No Rider-Waite-Smith, os Cincos são todos associados à quinta sephirah, Gevurah, que corresponde a Marte, e é por isso que todos eles são cartas difíceis.
  • Preste a atenção à figura da esquerda. Ela carrega um sino no pescoço. Esse é um antigo sinal de lepra – leprosos costumavam ter sinos no pescoço para que as pessoas soubessem facilmente quando eles se aproximavam e, assim, saíssem de perto. Os curativos na cabeça e no pé direito do homem confirmam isso. Mais uma vez, a temática da intensa exclusão social.
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"Silent morning...."

"Silent morning...."

 

NOVE DE ESPADAS – – – – – é noite, a pessoa está em agonia sobre a cama;

DEZ DE ESPADAS – – – – – a noite acabou, o dia amanhece, a luz da manhã exibe a cena lúgubre.

😉

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É, achei essa ideia de comentários breves até melhor do que passar semanas me dedicando unicamente a uma carta, num post mega longo que poucas pessoas vão acabar lendo. Comentários são bem vindos. Ideias, idem.

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SOM

A trilha sonora de hoje foi mais electro pop, e quem marcou presença foi – –

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NEW YOUNG PONY CLUB, com F.A.N., penúltima faixa do primeiro album da banda, Fantastic Playroom, de 2007.

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DRAGONETTE, marcando presença com My Things, diretamente do último album da banda, Mixin to Thrill, na verdade uma compilação de mixes lançada esse ano..

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LADYTRON, arrasando com Playgirl, do primeiro album da banda, 604, de 2001.

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PORTISHEAD, num remix de Machine Gun feito pelo NOISE FLOOR CREW. A faixa vem originalmente do tão esperado Third, de 2008.

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PONY PONY RUN RUN, com hit Walking On a Line, do album You Need Pony Pony Run Run, de 2009.

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THE TING TINGS, contribuindo com Shut Up and Let Me Go, um dos hits do album debut deles We Started Nothing, também de 2008.

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CHUNGKING, com a eletrizante Slow It Down, parte de Stay Up Forever, de 2007..

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BRITNEY SPEARS, com Break the Ice, uma das melhores faixas do seu quinto album de estúdio, Blackout, lançado em 2007..

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APPARAT, marcando presença com Arcadia, de seu album Walls, 2007..

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ANNELI DRECKER, fechando o set com louvor com Stop This, uma das faixas mais legais de Frolic, de 2005.

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LINK

JAMES RIOUX é um dos melhores escritores de Tarot que eu conheço, e um dos que estão nas minhas bases de estudo. Você pode checar muitos artigos dele aqui. O site está meio mal cuidado, mas não se engane – conteúdo excelente. James também é o autor dos significados para as cartas que constam no site da ATA – American Tarot Association, a associação de Tarot dos Estados Unidos – textos excelentes, foram por muito tempo minha fonte primária de consulta – – aqui. Vale total à pena.

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7 Comentários »

  1. Oi Léo…valeu..pelo post. Vai ajudar muita gente. Including me.rsrsr. Bom, se voce puder, queria que depois tentasse explicar com exemplos os casos em que uma carta de ouros(pl. material) cai em uma pergunta de cunho sentimental, por exemplo. Eu já li muita coisa sobre isso, e realmente nunca consigo compreender. Não que a explicação seja ruim, mas sou eu quem não consegue enxergar. Grande abraço.

    Comentário por Flávio — outubro 2, 2010 @ 8:42 PM

    • Hey! Brigado!

      Fala mais sobre essa dúvida sua…

      Comentário por Leonardo Dias — outubro 3, 2010 @ 12:28 PM

  2. Oi Léo, gostei das novidades! Concordo com você que existem muitos sites com significados das cartas. Porém de milhares de sites, apenas 4 ou 5 são relevantes. a maioria se prende a superficialidade e não se aprofunda muito. E ainda assim não creio que seja um assunto totalmente saturado. Por exemplo, eu sinto muita falta de comentários sobre combinações das cartas. Eu sempre jogo unindo arcanos maiores e menores. Isso é um lance bacana de se fazer. Beijos! Até mais!

    Comentário por Cristiane Rocha — outubro 3, 2010 @ 12:18 AM

    • Sim, site com significado de carta, ou blog fazendo carta do dia, ou algo entre essas duas coisas, é o que mais existe no mundo do Tarot na Internet. O assunto não está saturado no sentido de que as pessoas não estão cheias disso – a produção de conteúdo é profusa, mas a procura é grande, então uma coisa cabe na outra. No entanto, eu acredito que se cada um aproveitasse um quinto do espaço que fosse pra levantar outras questões relativas ao Tarot, o conteúdo iria ficar mais diversificado, e a qualidade poderia aumentar. Afinal, quantidade ≠ qualidade, como você mesma disse.

      A coisa é que a maioria das pessoas se foca menos nesse tipo de discussão, e mais na parte prática do Tarot – talvez motivadas por interesse em encontrar respostas às suas próprias questões por meio do Tarot

      Combinações é realmente algo muito interessante pra se discutir, porque é basicamente sintaxe pictórica, rsrs. Vou incluir mais disso nos posts sobre os significados, acho uma ótima ideia – muito obrigado por ela, aliás!

      Abç!

      Comentário por Leonardo Dias — outubro 3, 2010 @ 12:17 PM

  3. Bom, quanto á minha dúvida vou transcrever parte do texto que se encontra no Livro Curso Completo de Tarô- Ney Naiff Ed. Nova Era.

    ” ao analisar o naipe de ouros, tenha em mente que tudo é objetivo e prático nesses arcanos- claro, palpável, real, limitado e material; portanto não há qualidades sentimentars e nem elucubrações presentes. Assim, durante uma consulta, se você abrir este naipe no plano mental de uma questão, significa em primeiro lugar, que há uma ideia prática e limitada á visão pessoal, enquanto a numeração ou a corte qualifica o sentido “bom” ou “mau” desta objetividade. No plano sentimental, significa uma emoção clara e centrada, e o memso ocorre no plano espiritual”

    Bom, isso pra mim faz uma diferença boa, já que quando alguém faz uma pergunta, eu tenho que ver em qual dos planas ela se encaixa. Não sei se você leva isso em conta e como você lida com cartas de ouros que saem numa jogada do plano sentimental, p.ex. Apesar de que percebi que olhar pra carta diz muito.

    Abraço.

    Comentário por Flávio — outubro 3, 2010 @ 6:00 PM

  4. Oi, Léo!!
    Desde que descobri o seu blog tive um super up em meu relacionamento com o tarô. Adoro sua maneira livre e super inteligente de falar sobre isso… Você demonstra muito conhecimento e respeito para com todas as linhas, e por ser aberto e sem preconceitos, consegue ajudar e informar todos (independente da linha de estudo). Sempre leio seus posts e adorei os vídeos, também as postagens no too files ( bem que poderiam ser um programa de rádio…) Temos um gosto musical parecido. Adorei ouvir “Shut up and let me go” e “At last”(luxooo!) enquanto aprendo sobre tarô.
    Você tem sempre uma preocupação em não se colocar como professor e etc, mas sabe, um professor não se auto-proclama, ele é reconhecido como tal. Obrigada pela generosidade de dividir seu conhecimento. Saiba que você fez toda diferença em meu caminho com tarô.
    Em fim, adorei o post!
    Abraço!

    Comentário por Cirenna — outubro 4, 2010 @ 12:11 AM

    • Oi! Brigado!

      É, eu procuro me focar no que todos nós que estudamos Tarot temos de semelhante, em vez do que temos de diferente. Minha linha pessoal de estudo do Tarot é bem específica, e eu tenho consciência disso, então eu procuro compensar isso expondo as coisas de maneira menos circunscrita a essa ou aquela linha.

      Haha, bom saber que a gente gosta de músicas parecidas, rsrs. At Last é uma das músicas mais lindas ever, sem dúvida. Eu queria achar um jeito de colocar meus audios direto no blog, mas nunca dá certo. Quando eu finalmente conseguir, vai ficar bem mais fácil…

      “Professor não se auto-proclama, é reconhecido como tal” – gostei muito disso, e faz total sentido. Acho que todo mundo que decide falar e expor suas ideias vai ser considerado professor por alguns, justamente porque algumas pessoas o reconhecerão assim, por estarem aprendendo com ele. No entanto, eu não me considero um professor, no sentido de alguém cujo escopo inicial é ensinar algo pros outros – minha intenção é compartilhar, antes. Eu sou um estudante, como todo mundo, que está descobrindo o Tarot – na verdade, todo mundo tá, ce sabe. Eu também não gosto da autoridade de professor porque vai ter gente que vai aceitar o que eu digo sem questionar, e isso é ruim…

      Eu fico muito, muito feliz por saber que eu fiz diferença no seu caminho, e que eu posso ajudar outras pessoas compartilhando minhas descobertas.

      Brigado por marcar presença 🙂

      Comentário por Leonardo Dias — outubro 4, 2010 @ 6:57 AM


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