Descobrindo o Tarot

novembro 7, 2010

A INCRÍVEL LISTA NEGRA DAS CARTAS MENOS QUERIDAS DO LEO

PODCAST aqui

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Todo mundo que estuda Tarot tem aquelas cartas que detesta, certo? Pois, eu não fujo à regra. Todo mundo já teve, ao menos uma vez na vida, uma ideia super legal em um desses momentos íntimos no banheiro, certo (banho, escovando os dentes, fazendo xixi… vocês sabem)? Pois é, também não fujo a essa regra, rs. Junte as duas coisas e temos o momento em que eu tive a mirabolante ideia de expor, aqui no blog, as cartas de que eu não gosto.

Uma regra geral sobre cartas malquistas (essa palavra existe?) é que, bastante como o resto de coisas na vida, elas nos são malquistas quase sempre porque não conseguimos entendê-las bem o suficiente, o que as torna responsáveis por aqueles antológicos momentos de embaraço, titubeio e gaguejo nas leituras. E então temos o lado B da minha ideia mirabolante – já que eu vou falar quais cartas são, por que não também estudá-las mais, para assim entendê-las melhor? É o que vamos fazer aqui!

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Primeiro, farei uma lista, na ordem, das cartas que mais me incomodam com breves comentários. Procurarei me ater às cartas mais confusas pra mim – caso contrário, metade do baralho estaria aqui. Vale dizer que, por cartas que eu não entendo, leiam-se aquelas com as quais eu não tenho uma ligação íntima que vá além dos conceitos-chave bobos. Elas são minhas ‘conhecidas’, em comparação com outras cartas ‘amigas’, e ainda outras ‘amantes’. E pra quem quiser saber, eu tenho um relacionamento estável de longa data com os Enamorados – é basicamente um ménage-à-trois.

Então, mãos à obra!

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A INCRÍVEL LISTA NEGRA DAS CARTAS MENOS QUERIDAS DO LEO


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Arcanos Maiores


A Grande Sacerdotisa – Tudo bem, ela é uma sacerdotisa, e ela é Grande. Tudo bem ainda, ela é a própria Lua, e o princípio feminino em si. Mas eu tenho que confessar, eu não gosto muito dela – talvez porque eu não gosto de mulher? (haha). A verdade é que a Grande Sacerdotisa quase sempre cala minha boca quando aparece numa leitura. Pra mim, na maioria das vezes, ela não diz muito além de segredos, mistérios, coisas ocultas, e a tal da ‘voz interior’ que, se eu mencionar em mais alguma consulta, eu apanho. Além desses clichés jaz um mar plácido de silêncio bem parecido, aliás, com o que existe às costas da nossa honrada dama. Assim, a Grande Sacerdotisa inaugura minha lista negra. Começamos bem.

O Imperador – essa é uma carta tão… tão… tão… que não me diz quase nada. Poder. Autoridade. Ordem. Regra. Rigidez. Tabom, mas e aí? Cartas grandiloquentes demais sempre me incomodam…

O Eremita esse é outro. Solidão. Exílio. Bla bla bla… Essa é uma das cartas mais estranhas pra mim.

 

A Roda da Fortuna – logo em seguida, temos a grande roda. Essa tem os símbolos mais confusos, enigmáticos e estranhos, e sempre me dá uma certa cinuca de bico na leitura, não tanto porque eu não a entendo, mas muito porque essa coisa de mudança é muito, muito (e eu vou por mais um) muito batida. “Eu vejo uma mudança na sua vida…” Uhun… O que mais podemos fazer de você, rodinha?

Temperança – eu, e toda a torcida do Corinthians (eu não acredito que eu acabei de mencionar um time de futebol no meu blog…) não gostam dessa carta. Gente, que carta mais confusa. E a sua correspondência com Sagitário então? Nonsense aparente – e, por favor, me poupem do papo batido de isso-de-correspondência-não-funciona. Claro que funciona. A Temperança é uma carta linda, mas tente lê-la em diversas situações, e sua cabeça dá um nó. Dentríssima da lista.

Julgamento – sem comentários sobre essa aqui. Simplesmente sem comentários. Nem sei o que dizer, dado meu nível de profunda compreensão dessa carta. Tem lugar de honra na lista negra.

O Mundo – êxito. Sucesso. Felicidade. Alegria. Plenitude. A tal da porra da Compleição. E não nos esqueçamos da Realização também. Além disso, o que temos? Vento. “Eu vejo um momento de intensa realização na sua vida” – e lá se vão 50 reais da mão do consulente pra mão do leitor. Sim…

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Naipe de Bastões


Oito de Bastõeseu tenho certeza que uma pessoa que olha o Rider-Waite-Smith pela primeira vez, ao passar os olhos sobre essa carta, vai pensar algo como “que porra é essa?”. É o que eu ainda sinto – embora não diga com tanta freqüência, especialmente durante leituras – por essa carta. Tabom, dardos, lanças me fazem sempre lembrar daquele esporte olímpico que nunca passa na TV aqui (porque quem mesmo se importa com outros esportes quando temos nosso incrível e mirabolante e maravilhoso futebol pra se preocupar, né? Falei de futebol denovo), chamado lançamento de dardos, ou algo assim. Coisas rápidas. Súbitas. OK… e daí? Uma vez essa carta caiu quando eu perguntei se ia ficar com um cara – e eu fiquei com ele no dia seguinte 😛

 

Mas ela vai pra listinha mesmo assim, vai ser divertido pesquisar sobre essa aqui.

Nove de Bastões – essa eu entendo, mas não entendo, então ela entra.

 

Rei de Bastões – o Rei de Bastões é esquisito. O Rei de Paus do Marseille era o personagem mais bonito (ou melhor, o menos feio) do baralho, então eu sempre dizia que ele era meu marido – porque eu sou megalomaníaco. Todas as figuras da corte são esquisitas – mas esse recebeu uma dose extra de estranhice. Lugar cativo na lista de Leondler (Leo + Schindler, gostou?)

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Naipe de Copas

 


Oito de Copasiniciamos o naipe de Copas com a incrível carta Oito de Copas. Saturno em Peixes. Certo. Só esse eclipse já é digno de colocá-la aqui. Eu entendo ela, mas não entendo também, e o eclipse me deixou sem outras alternativas, rsrs.

 

Rei de Copas eu acho que eu tenho um problema com reis…

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Naipe de Espadas


Ás de Espadasases são cartas esquisitas. Mas eu até dou conta dos dois ases anteriores. Agora, esse aqui… não dá. Já teve vezes que eu lindamente fingi que ele não estava na leitura. Mas não faz mal, eu sei que as consciências do Tarot sabiam que eu ia ignorar a carta, então… (desculpa esfarrapada).

Três de Espadassem comentários. Essa aqui, se eu pudesse, acidentalmente queimava.

 

Cinco de Espadasessa aqui quase não entra, porque trouxe uma mega confusão pra minha vida a última vez que tentei estudá-la. Mas vamos colocar ela aqui com muito cuidado e respeito, bem devagarinho, só pra constar, tá? Não fica brava comigo não, ok?

Seis de Espadasjá tentei umas três vezes entender essa carta mais a fundo. Como vocês podem perceber, não deu muito certo…

Sete de EspadasWTF? Essa é outra que traz momentos que-porra-é-essa.

Rei de Espadaseu e meu problema com reis. Sempre gostei mais dos Cavaleiros – porque eu tenho alma de princesa 😛

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Naipe de Pentáculos

 


Ás de Pentáculoso que? Não entendi… Fala denovo. Ahn?? Ah, sim, força material. Dinheiro. Assuntos materiais. “Cuz we are living in a material world, and I am a material girl…”

Sete de PentáculosOlhando, olhando… olhando mais um pouquinho. Mmhmm….Deixa eu olhar mais um pouquinho. Pamela, querida, dá pra fazer essa aqui denovo?

Rei de Pentáculossó pra não perder o costume. Ele ia ficar bravo se eu deixasse ele de fora…

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Pois, é isso. Futuramente, no blog, estarei tratando (vamos incluir o gerundismo na língua portuguesa – ‘não pode vencê-los, junte-se a eles’) dessas cartas aí. Talvez eu inclua tais posts na categoria Updates de Significado, talvez não – eu poderia mesmo criar uma categoria específica pra cartas que eu detesto, não?? Como é um número considerável de cartas – vinte e uma – talvez eu fale de mais de uma ao mesmo tempo em posts, especialmente aquelas pertencentes a um mesmo naipe.

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21 Comentários »

  1. Leo,

    como diria um amigo: Post Fantástico! Pena que o Podcast aqui para mim ficou cortado… 😦
    Creio que todos nós (tarolólogos&taromantes) temos nossas listas, que acredito que podem ser aquelas que temos que aprender algo além do seu entendimento simbólico e tal, mas para a vida, não?

    O Julgamento não é que não goste, mas é uma lâmina que não sei ao certo para que serve. Eu #rialto da Papisa, pois esta semana estava pensando em escrever algo mais ou menos assim: “O Namorado da Papisa”, mas fui ler antes os feeds que assino (meu jornal de domingo) e deparei com seu delicioso post.

    Vamos ver se neste domingo algo vem. A Roda, eu lembro que no começo me assustava um pouco mas acabei me acostumando… Bem, aqui não é o lugar da minha lista, porém a idéia é genial!
    Gostei imenso, meu domingo começou com alto astral 😉

    Abraços do Ari.

    Comentário por Arierom — novembro 7, 2010 @ 9:14 AM

    • Que bom que você gostou!

      Por que será que o podcast não passou? No meu computador ele passa normal. Tenta baixar ele – acho que dá pra fazer isso pelo TooFiles, logo abaixo do player dele. Daí, acho que ce vai conseguir escutar normal, diretamente a partir do arquivo.

      Eu já pensei nisso que você disse, de as cartas que a gente não gosta serem as que tratam de temas igualmente estranhos para nós – faz muito sentido, porque se você não tem intimidade com algum tema, se você tem alguma resistência, natural que não vá entender nenhum tipo de expoente desse tema. Exemplo simples – eu e meu problema com todos os reis – incluindo o Grande Rei, o próprio Imperador. Isso me deixa muito pensando que tem a ver com meu problema com autoridades em geral.

      O Julgamento é uma carta muito estranha, não tanto pelo seu significado, que não é tão difícil de definir, mas mais pela dificuldade que ele traz de ser contextualizado em leituras. A Papisa é a mesma coisa, ela é muito enigmática. A Roda é muito vaga prá mim. Aliás, é mais nisso que consiste o problema com as cartas que eu não gosto – a falta de distinção da minha compreensão sobre elas.

      Achei legal a ideia da lista porque, esquematizando a gente tem diante de nós uma figura maior, dá uma consciência mais exata da questão.

      Abço, e brigado 🙂

      Comentário por Leonardo Dias — novembro 7, 2010 @ 9:29 AM

  2. Oi Leo, podias agrupar em duas ou três para começamos o estudo.

    🙂

    San

    Comentário por Sandra Andrade — novembro 7, 2010 @ 9:53 AM

    • Sim, eu tava pensando em fazer isso com as menires de um mesmo naipe – as maiores, acho melhor mantê-las cada uma com seu espaço.

      Comentário por Leonardo Dias — novembro 7, 2010 @ 10:22 PM

  3. KKKKK Leo, você está muito engraçadinho hoje! Que bom que você trouxe esse assunto, gostei imenso de ler/pensar sobre isso. Tou fazendo a minha lista mental de não-gosto-porque pra botar na roda também. Assim de relance identifico pelo menos três tipos de carta pelas quais sinto estranhamento: as que entendo mas que me frustram como resposta aos anseios da vida (tipo a Torre), as que me deixam perdida como simbologia (várias das que você citou) e as que, dependendo do baralho, retratam cenas quase que teatrais que me causam estranheza (como a versão clássica dos enamorados, aquela do cara entre duas mulheres e um anjo torto esperando pra flechá-lo, e também o Julgamento. Esse não gosto por me parecer muoito mórbido).

    Comentário por Luciana D — novembro 7, 2010 @ 10:45 AM

    • A Roda da fortuna eu só entendo se for por um viés budista e o Mundo se for por um olhar junguiano. Ainda assim, ela sempre me dá a sensação de que promete mais do que entrega!!!

      Comentário por Luciana D — novembro 7, 2010 @ 11:04 AM

    • Hehe, legal, Lu.

      Gostei de como você diferenciou os diversos tipos de não gostar – eu não falei muito disso no post, e acho que deveria. Tem cartas que a gente não gosta não exatamente por não entendermos, mas porque elas nos incomodam de alguma forma. Elas nos desagradam. Mas, pense, isso também pode nos levar a entendê-las menos, então é preciso atenção.

      Uma das coisas que eu mais gosto do Tarot é essa disposição que ele tem de nos fazer olhar para coisas que não queremos pensar – tanto durante leituras, quanto no decorrer do próprio estudo das cartas.

      Abç, e brigado pela participação!!

      Comentário por Leonardo Dias — novembro 7, 2010 @ 10:26 PM

      • Leo, acho que esse assunto dá tanto pano pra manga…ai, que expressão antiga! Mas poderíamos ficar falando muito, com certeza.
        Concordo total, o tarô meio que te obriga a prestar atenção em aspectos seus também, se você for estudar com sinceridade.
        Alguma hora nessa semana vou pegar o baralho inteiro e ver qual é a minha lista de cartas incômodas. De cara digo que ultimamente vem saindo pra mim muito o seis de copas e fico bolada com a “nostalgia, comparação com tempos felizes passados”. AIIIEEEE, que tempos são esses que não vejo em lugar nenhum?!?!?!?!? Que são aquelas duas crianças?? Que mané saudade que nada! Só se for em outras vidas de que não tenho consciência, e ainda assim, como ter saudade do que não sei? Mistério total para mim. Vejo aquelas duas crianças e não me vem ideia nenhuma… Palpites são bem vindos…

        Comentário por Luciana D — novembro 8, 2010 @ 9:45 AM

      • Hehe, pano pra manga é o segundo nome desse blog, então relaxa, haha. Vou mudar o nome de Descobrindo o Tarot pra Tarot Pano pra Manga, hahaha.

        Estudar com sinceridade – achei incrível isso que você salientou. Isso é uma coisa que deveria ser sempre lembrada como salutar pra o estudo do Tarot.

        Sobre o Seis de Copas especificamente, é bom lembrar que essa carta não tem só esse significado, então seria legal você pesquisar outras conotações que ela recebeu pra poder contruir uma ideia mais exata sobre ela. Essa é uma das coisas legais sobre essas cartas recorrentes – às vezes, tudo o que elas querem é ser mais estudadas. Também, elas podem estar se referindo a uma temática específica da sua vida que merece atenção sua nesse momento. O Seis de Copas fala muito sobre prazer, contentamento e satisfação – muitas vezes num sentido sexual mesmo. Perceba se essa temática na sua vida não está precisando da sua atenção nesse momento.

        Vou fazer um update de significado sobre essa carta, e te aviso.

        Bjo, e brigado pela participação!

        Comentário por Leonardo Dias — novembro 8, 2010 @ 6:17 PM

  4. Ola Leo,
    Como você sabe, meus estudos de tarot ainda estão bem no início. Gostaria de fazer alguns comentários, mas somente sobre os arcanos maiores. Os menores, daqui há uns anos, eu comento. O que vou fazer é passar algumas anotações que tenho a respeito dessas cartas que você citou. Sempre me ajudam na leitura, e quem sabe, podem te ajudar também. Vamos lá:
    A GRANDE SACERDOTISA – A busca da verdade: Para que a vontade tenha efeito e seja frutífera, é preciso utilizá-la adequadamente. A vontade desenfreada corre o risco de dispersar-se ou de ser desprestigiada. Será estéril, sem sentido ou irreal. Precisa de um molde para tomar uma forma distinta, limites para poder obter todo o seu potencial e o melhor dela mesma. Requer um objetivo. Enquanto uma coisa não tiver valor para nós ela não existe. É preciso superar a prova da loucura e da ignorância.
    O IMPERADOR – A capacidade de ação: A geração sem fim pode gerar reprodução anárquica. Ao afirmar-se a si mesmo, distingue-se do caos, sai do imperfeito e impõe-se como um ser completo no mundo das aparências. Assim, a alegria de agir necessita ser bem dirigida. Seu regente é a capacidade de ação que o orienta para um caminho que lhe dá objetivo. Nunca pára, tem seu rumo.
    O EREMITA – A consciência revelada: O espírito dá-se conta que existe, ainda que seja, por enquanto, apenas um sopro. O espírito vê-se no espelho, admira-se, vê sua identidade. E aquele que se identifica consigo mesmo poderá ter a revelação de sua consciência. A identidade é a plena posse de si mesmo e dos seus meios mas a consciência produz o ato refletido, que já não é gratuito, mas lúcido e consciente.
    A RODA DA FORTUNA – O conhecimento do destino: Cada pensamento se converte em ato, cada causa em efeito; a roda da vida gira sobre seu eixo e o espírito é arrastado por ela. Quem move a roda é a mão ou a consciência. Se a consciência dirige a mão, pode ser o espírito dominado. Se o espírito é dono da mão, então o homem conhece seu destino. E o destino é o que faz girar a roda.
    A TEMPERANÇA – A revelação: Renovado, o homem sedento de alma e vida pode finalmente tomar consciência de que vive. Converte-se em uma estrela, como um sol gerando sua própria energia, que se espalha a sua volta. Nele, para ele, as correntes da vida circulam sem fim, regeneram-se inesgotáveis, imortais, eternas.
    O JULGAMENTO – O sentido da medida: O ser, uma vez unido e tendo encontrado seu estado original, pode julgar-se pelo que é e não em termos de bem e mal, e estimar seu valor. Estimar significa amar e medir. Trata-se de medir seu amor, de adquirir um sexto sentido: o da medida feita com amor; que calibra, pesa e julga, mas não condena. Mas que vê a tudo, pois é a medida da verdade.
    O MUNDO – A realização: Eis aqui um nível de consciência que não admite definições: as palavras o tornariam aproximativo, esquemático, ilusório. Então, devemos conformar-nos em perceber que, além desta porta, já não há fim, nem começo, e tudo se cumpre permanentemente. A busca ultrapassa nosso entendimento.

    Comentário por Michely Vogel — novembro 7, 2010 @ 2:27 PM

    • Nossa, que amor que você é!

      Ótimos insights! Foi você que fez? Ce tem algum tipo de Tarot journal?

      Muito obrigado pela participação, Michely

      Abç

      Comentário por Leonardo Dias — novembro 7, 2010 @ 10:28 PM

      • Então, na verdade eu fiz um guia em cima de algumas informações que tenho

        Comentário por Michely Vogel — novembro 8, 2010 @ 7:40 PM

      • Entao, eu fiz algo em cima dos livros que tenho. Mas a idéia principal veio daquele guia de Astrologia amarelo em fichário, sabe, que saiu nos anos 90. Lá você vê os arcano maiores como uma história, que começa com o Louco inciando sua jornada pelo mundo. Depois disso, parece que deu clique na minha cabeça, e ficou bem mais fácil para mim interpretar. O meu desafio agora é com os arcanos menores….
        Beijos

        Comentário por Michely Vogel — novembro 8, 2010 @ 7:44 PM

  5. Estudo o tarô há pouco mais de um ano e descobri teu blog recentemente. É o melhor blog de tarô que encontrei até agora, parabéns! Teus posts são criativos, não aquele inventário de cartas e significados tirados de livros que a gente encontra por aí.
    Pensei que o problema com as cartas fosse só meu porque sou iniciante, mas acho que não (ufa!). Minha carta problema é o Mundo. Aquilo sai às vezes no meio de uma leitura deprimente, e eu não entendo nada. Sem falar que eu a acho muito sem gracinha, felizinha demais.
    Leonardo, quando li o título do post pensei que iria resenhar baralhos ruins. Eu estava pra comprar o baralho Rider-Waite da editora Artha porque não achava nenhum melhorzinho disponível (imediatamente, não para encomenda) e no dia a livraria tinha um importado muito melhor da US Games. Como boa taurina eu implico muito com a textura das cartas, com a dificuldade de deslizá-las, de fazer leque, com a impressão das cores… mas não vejo muita gente comentando isso nos blogs e fico em dúvida na hora de comprar (eu vi o vídeo com a resenha do baralho da Livraria Saraiva e gostei muito).

    Sucesso… continuo te acompanhando sempre.

    Comentário por Jamile — novembro 8, 2010 @ 10:00 AM

    • Oi!

      Nossa, fiquei muito feliz ao ler seu comment, muito obrigado, Jamile.

      Pois é, todos nós temos nossos desafetos entre as cartas do Tarot, e minha ideia com o post foi bem a de mostrar mesmo que a gente pode resolver isso de uma forma saudável – e, até melhor, gratificante, que renda lições, descobertas, e coisas do tipo.

      E que bom saber que você gostou da ideia das resenhas de baralhos – acho que vou começar a fazer resenhas de outros. Sobre o RWS da US, sem querer fazer anúncio dela, ele provavelmente deve ser bom. Vale a pena gastar um pouco mais num baralho, porque ele vai durar anos e anos, não é o tipo de coisa que se estraga fácil, especialmente se você cuidar dele direitinho. Você me deu uma boa ideia – fazer mais reviews.

      Brigado pela participação, Jamile!

      Abç 🙂

      Comentário por Leonardo Dias — novembro 8, 2010 @ 8:37 PM

  6. Oi Léo.

    Muito enriquecedor o teu post. Pensei que quem fosse mais íntimo do tarô, não tivesse esses problemas. Você ficou bem Heavy Metal nessa foto.rsrsr.

    Comentário por Flávio — novembro 8, 2010 @ 10:11 PM

    • Flávio!

      Acho que quem estuda Tarot e diz que não tem esses problemas tá mentindo. Independente de ser mais ou menos experiente.

      E, sim, a foto foi mesmo pra ser essa coisa hardcore mesmo, hehe.

      Brigado pela participação!

      Abç

      Comentário por Leonardo Dias — novembro 8, 2010 @ 10:15 PM

  7. Olá, Léo!
    Em minha lista, além de outros citados aqui, há também o dez de paus… Ainda não nos entendemos…
    O cinco de espadas também era um nó, mas ela saiu numa leitura há um tempo atrás, e quando fiz o feedback do jogo, consegui entendê-la melhor.
    Abraço!

    Comentário por Cirenna — novembro 9, 2010 @ 3:56 PM

    • Leo, que coisa interessante. Eu nunca iria imaginar que, junto com aquelas duas crianças do Seis de Taças, poderia estar um sexo ardente… vivendo e aprendendo…

      Comentário por Luciana D — novembro 10, 2010 @ 6:05 PM

      • É que o Waite não pegou essa questão do Seis, quem trouxe isso à tona foi a GD. O baralho do Waite e da Pam levam em conta outro conjunto de significados, falo hoje sobre isso num post – posto o link aqui quando tiver publicado.

        Bjo

        Comentário por Leonardo Dias — novembro 10, 2010 @ 11:50 PM

  8. […] respeito de duas cartas mencionadas em comentários que recebi ontem (sendo que uma delas figura na lista negra) – O Mundo e o Seis de […]

    Pingback por UPDATES DE SIGNIFICADOS 5 – O Mundo + Seis de Copas « Descobrindo o Tarot — novembro 11, 2010 @ 12:56 AM


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