Descobrindo o Tarot

fevereiro 1, 2011

COBRAR OU NÃO COBRAR – EIS A QUESTÃO.

Filed under: Videos — Tags:, , , — Leonardo Dias @ 4:28 AM

Aproveitando a vibe briga e confusão, mais um video meu metendo o pau, dessa vez na ideia antiga de que não se deve cobrar por leituras de cartas, porque elas são um dom. Concordam? Discordam?

Comentem 🙂


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26 Comentários »

  1. Oopa!!!
    Passando pra dizer que eu vi o vídeo primeiro no Youtube. Dei mole de não sacar que o vídeo óbiviamente viria para ca e acabei dando minha opinião no seu canal =/
    To preocupado de repetir aqui e ficar clichê!
    Mas olha só Leo… Todo o vídeo , desde o que foi dito até o ultimo minuto foi muito bom! mas esse final ta genial!
    Parabéns =)
    Abraço e até logo !

    Comentário por Franklin Couto — fevereiro 1, 2011 @ 5:14 AM

    • Hey!

      Não se preocupa com o comentário no YouTube, eu respondo ele lá – você foi provavelmente o autor do primeiro comentário pra um video meu no YouTube, haha.

      E que bom que ce gostou do video, e do final, rsrs. Brigado pela sua participação, ce tá sempre aqui, e eu adoro 🙂

      Abç

      Comentário por Leonardo Dias — fevereiro 1, 2011 @ 5:47 PM

  2. Vejo q essa questão começa no apelo pela da caridade, e incute uma culpa no fato de vc ter um dom de Deus e não o está disponibilizando gratuitamente.
    O Dom que Deus me deu está sendo muito bem aprimorado com investimentos em muitos livros e cursos ao longo de todo o meu tempo de dedicação a arte, com o sublime proposite de me fazer entender melhor e assim poder ajudar realmente quem precisa. Se não fizesse isso, o dom se resumiria como a linguagem dos anjos e quando eu falasse ninguem entenderia, dai seria cortado com um “não estou entendendo” e por sua vez eu teria q explicar o q havia dito ou fazer como as pitonizas dizendo se vira q o tempo lhe mostrará a verdade.
    Eu faço caridade de várias formas, entre elas é escrever, falar, motivar, eventualmente dou contribuições financeiras, mas não me sinto culpado por cobrar pelo q faço, inclusive tenho uma tabela de preço e tb facilito o pagamento aos cinceros pagadores.
    Realmente esse chaveco de caridade com o dom de Deus é puramente do terceiro mundo, colonizado e doutrinado por uma fé que foi reinterpretada do original.
    Não sou afavor dos coitadinhos(as) todos nós temos recursos que nos proporcionam prosperidade na manifestação que Deus nos deus. Se vc tá passando por uma crise é sinal que algo foi rompido nessa sintonia com Deus. Isso é um argumento teológico que contrapõe a caridade, mas mostra quem é o culpado de estar necessitando de caridade. Cabe aos qualificados ajudar a resintonizar com a prosperidade divina, pondo as coisas nos eixos.

    Comentário por Carlos Morais — fevereiro 1, 2011 @ 10:46 AM

    • “Realmente esse xaveco de caridade como o dom de Deus é puramente do Terceiro Mundo, colonizado e doutrinado por uma fé que foi reinterpretada do original.” – palmas, bravo. É mais aqui que a gente vê essa ideia e, sim, eu acho isso típico do Terceiro Mundo.

      Mais uma vez, eu digo – se extrassensorialidade é um sentido compartilhado por todos, em maior ou menor grau de desenvolvimento, então, desculpa, é uma coisa tão vulgar quanto a capacidade matemática que qualquer criança saudável nasce tendo programada em seu cérebro. E, bem, matemáticos e físicos cobram pelos seus serviços. Existe muito essa ideia de que, talvez por ser uma coisa que mexe com planos pouco explorados da consciência, a espiritualidade é uma coisa especial. Mas, não, ela não é – está aqui, dentro e fora de nós, a todo momento.

      Eu nunca vou me esquecer de uma coisa que o Alex Lepletier disse uma vez numa palestra dele que eu fui – se Deus está em tudo, é muito mais fácil ele vir falar com a gente através das coisas simples que nos cercam, que mandar um anjo descer do céu com trombetas. Isso, aliás, é uma bonita explicação para o fato de o Tarot ser um jogo – pedindo a licença pra soar chinfrim, rs…

      Comentário por Leonardo Dias — fevereiro 1, 2011 @ 5:59 PM

  3. Concordo. Se você é um bom jogador de futebol ou excelente músico, não há nada de errado em cobrar pelos seus dons. Com o Tarot não tem que ser diferente. Essa história de não cobrar leituras é mais uma maneira de marginalizar a atividade e também quem pratica. Você falou muito bem, Léo, as pessoas não valorizam o que é “de graça”, inclusive o que a maioria pensa é: “se é de graça não VALE nada”. E se alguém precisa de respaldo espiritual para cobrar, ele existe, pois nada é de graça no universo, a lei do retorno nos fala disso. Se você beneficiou alguém com a sua leitura, nada mais justo do que ser recompensado por isso. Dar e receber são coisas que devem ser praticadas com equilíbrio em todos os aspectos da nossa vida.
    Abraço!!
    Ps.: bloopers!kkkkkkk!!

    Comentário por Cirenna — fevereiro 1, 2011 @ 10:55 AM

    • Exato, mulher, mais uma maneira de marginalizar a atividade e quem a pratica.

      Yay, bloopers!! Acho que eu vou fazer mais bloopers em outros videos, é engraçado, rsrs.

      Brigado pela participação, ce é uma fofa.

      Abç~

      Comentário por Leonardo Dias — fevereiro 1, 2011 @ 6:01 PM

  4. Acho que ainda existe uma confusão muito arraigada entre ato de dar e o de trocar. São coisas muito diferentes e frequentemente confundidas.

    Comentário por Luciana D — fevereiro 1, 2011 @ 3:06 PM

    • Ditto.

      Ce ahaza 😉

      Comentário por Leonardo Dias — fevereiro 1, 2011 @ 6:05 PM

      • Você é que é um fofo…

        Comentário por Luciana D — fevereiro 3, 2011 @ 12:01 PM

  5. Oi Leo!!! Acho que devemos cobrar sim, porque geralmente o que é de graça as pessoas “mal agradecidas” não costumam valorizar, e mais….nos exploram, no dia em que vc diz um “hoje não dá” vc não vale nada…Investimos tanto, em cursos, livros tempo e mente, não é mesmo? Estou bem no início dos meus estudos, e tenho aprendido muito com vc através do blog, viu? Vc consegue Léo, ampliar a minha visão com seu comentários, ok? Um grande abraço!!!

    Comentário por lucia helena — fevereiro 2, 2011 @ 3:59 PM

    • Oi, Lúcia!

      É isso mesmo, como eu disse, quem deve começar a dar valor para a nossa atividade somos nós mesmos.

      E que bom que meu blog tem te ajudado! Fico feliz 🙂

      Brigado pela participação!

      Abç

      Comentário por Leonardo Dias — fevereiro 2, 2011 @ 5:02 PM

  6. Leo, num dia em que você esteja procurando sobre o que falar, discuta um pouquinho os paralelos entre tarô e astrologia. Tenho estudado essa última e tentado fazer ligações. Nesse ponto o Crowley ajuda, mas ainda tô meio confusa. Só uma idéia…

    Comentário por Luciana D — fevereiro 3, 2011 @ 12:03 PM

    • É muito interessante você falar isso, porque eu passei os últimos dois dias pensando em escrever algo justamente sobre isso. We share the same mind bubble, it seems 😉

      Abç

      Comentário por Leonardo Dias — fevereiro 4, 2011 @ 12:11 AM

      • Ai, tão bom ouvir isso…adorei a imagem que você usou!
        Só hoje vi o vídeo da discussão, morri de rir com os bloopers. Um toque de humor ótimo.

        Comentário por Luciana D — fevereiro 5, 2011 @ 8:21 AM

      • Haha, brigado! Acho que eu vou por mais bloopers em outros videos. De que imagem ce ta falando?

        abç

        Comentário por Leonardo Dias — fevereiro 5, 2011 @ 7:31 PM

      • Tava falando da mind bubble…

        Comentário por Luciana D — fevereiro 7, 2011 @ 3:03 PM

  7. Curti, o vídeo!

    Cobrar uma consulta também significa chamar a atenção da pessoa para o que está sendo dito. Desbanalizar o tarot.
    beijos!

    Comentário por jana — fevereiro 7, 2011 @ 1:21 AM

    • Exato, é estabelecer um valor – valorizar 🙂

      Brigado pela participação, Jana!

      Bjo

      Comentário por Leonardo Dias — fevereiro 7, 2011 @ 1:50 AM

  8. Meu comentário é apenas para concordar. Você disse tudo! Adorei os bloopers no final do vídeo! Beijos!

    Comentário por Cristiane Rocha — fevereiro 7, 2011 @ 7:02 AM

  9. Olá Leo, adorei seu vídeo!!! Aliás estou adorando seu blog. Parabéns

    Paty

    Comentário por Patricia Silva — novembro 15, 2011 @ 12:35 PM

    • Obrigado, Patrícia!

      abc

      Comentário por Leonardo Dias — dezembro 7, 2011 @ 9:20 AM

  10. leo vc debateu diversos pontos importantes, me vi mto neste post, como vc diz e concordo 1000 vezes, nòs temos mto preconceito contra nòs mesmos, insegurança, qdo comecei a estudar tarot, me sentia meio incomodada com as pessoas que cobravam e pareciam mercenarias, hoje consigo ver os 2 lados da moeda, e axo justo cobrar, como vc mesmo disse o incenso, as cartas nao sao de graça, e cada um deve saber o seu limite e aquilo que eh melhor para ele! 😉 otimo post!

    Comentário por Polly Marton — março 28, 2012 @ 5:29 PM

    • Oi!

      Acho que boa parte do problema está justamente na ideia de que a leitura de cartas é uma atividade de alguma forma diferente de qualquer outra prestação de serviços. É tudo uma questão de percepção, e a responsabilidade sobre como as pessoas nos veem está em nossas mãos, nesse caso.

      Brigado pela participação!

      Abraço

      Comentário por Leonardo Dias — abril 4, 2012 @ 2:34 AM

  11. Voce falou tudo …muito bonito sua inteligencia!!! voce tem uma luz incrivel .

    Comentário por valeria luciano franco morelli — abril 18, 2012 @ 10:06 PM

    • Muito obrigado, Valeria!

      Comentário por Leonardo Dias — abril 25, 2012 @ 2:39 AM

      • Olá, Poxa Léo, tenho sofrido muito com este assunto. Gosto do que faço mas é um tormento achar que não seria espiritualmente digno cobrar,partindo da premissa que estudo para isso, me dedico para fazer o melhor e não usar de enganação, é dolorido ver um trabalho tão bonito ser marginalizado não só pelo preconceito como o mau uso do serviço. Creio que as vezes devemos ter bom senso com aqueles q precisam e nos procuram sem poder pagar, não vou deixar de atender porque a pessoa não dispõe do dinheiro, aí me trazem um incenso, vela. No próprio evangelho segundo o espiritismo está escrito: cap XXVI MEDIUNIDADE GRATUITA onde se diz q a mediunidade séria não pode ser, e não será jamais, uma profissão, não somente porque seria desacreditada moralmente, e logo comparada aos ledores de sorte, mas porque um obstáculo material a isso se opõe; é uma faculdade essencialmente móvel, fugidia e variável, com a permanência da qual ninguém pode contar. Seria, pois, para o explorador um recurso sempre incerto, q poderia lhe faltar no momento em que lhe seria mais necessário. Aí em seguida diz: ” Outra coisa é um talento adquirido pelo estudo e pelo trabalho, e que, por isso mesmo, é uma propriedade da qual, naturalmente é permitido tirar partido”. Então é isso, vou colocar minhas cartas procurando sempre fazer o melhor. Fabíolla Cristina, bsb abraço Léo vc me parece ser um cara muito legal, tchau!!!

        Comentário por Fabiolla Cristina — julho 13, 2012 @ 12:14 AM


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