Descobrindo o Tarot

agosto 7, 2011

LIVROS SOBRE ARCANOS MENORES – OS QUE EU MAIS GOSTO

Filed under: Livros / Decks, Videos — Tags:, , , , , — Leonardo Dias @ 4:34 PM

Faz alguns dias, a leitora Lanna me perguntou no chat do blog a respeito de livros que eu indicaria para o estudo dos arcanos menores.

Eu tenho tido minhas reservas quanto a livros, em nome de uma relação mais direta com as cartas (falo sobre isso aqui), mas, de qualquer forma, ninguém pode negar a necessidade de uma estrutura para qualquer tipo de estudo. Esses são alguns dos livros que eu sempre me pego relendo quando quero entender alguma coisa. Eu também falo sobre o estudo dos arcanos menores nesse outro video.


julho 11, 2011

Pamela Smith Commemorative set – video review

Filed under: Livros / Decks, Videos — Tags:, , , — Leonardo Dias @ 11:46 PM

Depois do post sobre esse set comemorativo, aqui está um video que eu fiz falando dele – com enfoque mais no deck que nas outras coisas que vêm no set.

Qualquer pergunta, só se manifestar!

junho 16, 2011

Review de livro – “A Cultural History of Tarot”

Filed under: Livros / Decks, Videos — Tags:, , — Leonardo Dias @ 4:19 AM

Um video falando um pouco sobre um livro super legal que eu estou lendo. Definitivamente vou fazer mais reviews de livros que eu li!

outubro 30, 2010

DECK REVIEW – TAROT NOVA

Filed under: Livros / Decks, Videos — Tags:, , , — Leonardo Dias @ 6:01 AM

Achei esse deck muito por acaso na Saraiva do Shopping Paulista, faz alguns dias, e decidi fazer uma review dele no blog.

O Tarot Nova, parte do ‘Tarot, the Complete Kit’ é uma publicação muito fofa da Running Press, importado ao Brasil pela Siciliano. O kit consiste em um baralho, um pequeno livro de significados para as cartas e uma folha explicativa que oferece uma sugestão de método de tiragem – o único mencionado no kit – bem como explicações sobre como proceder com a tiragem. O kit todo é arranjado de forma compacta e inteligente – o livro prende-se à parte interna da tampa superior da ‘caixa’ que abriga o baralho e a folha explicativa dentro, e mantém-se fechada com uma aba dianteira que se fixa magneticamente a um dos lados do pacote.

As cartas chamam a atenção logo de cara, pela irreverência e visual incomum. Coloridas vivamente e de uma simplicidade quase infantil, as imagens retratam personagens que praticamente saltam do onipresente fundo preto, que lhes confere um status quase que icônico. Outro traço incomum desse deck é a ideia de colorir os quatro cantos de cada carta com tons que identificam o naipe ao qual pertencem – vermelho para o naipe de Bastões, aqua para o naipe de Copas, amarelo alaranjado para o naipe de Espadas e verde claro para o naipe de Pentáculos. A cor associada aos arcanos maiores é o púrpura. De fato, a cor é um elemento bastante trabalhado na arte do Tarot Nova, que obviamente busca no apelo automático ao sentido da visão um meio de contato fácil com as imagens de por Julie Paschkis.

Pequenas quando comparadas à maioria dos outros baralhos de Tarot, as cartas são menores em altura que a minha versão de bolso do Universal Waite (medem 7,4 cm de altura), mas um pouquinho mais largas (6,3 cm). As cartas também são mais grossas – o maço completo mede cerca de 3 cm de espessura (contra os 2,5 cm do Universal Waite pocket Ed.) – e são impressas em um papel impermeável super brilhante. Seu tamanho diminuto garante uma boa portabilidade. As costas das cartas exibem uma ilustração rica em cores e detalhes, retratando pessoas jogando cartas num gesto curiosamente malabarista, rodeadas por ornamentos de motivos florais e astrais contra um fundo preto, tendo o sol no centro. Com as cartas abertas em leque e viradas para baixo, a repetição da mesma imagem de costas cria um efeito meio psicodélico muito interessante, que torna a escolha das cartas ainda mais instintiva, pois fica mais difícil distinguir uma carta da outra.

A grossura extra do papel não atrapalha na hora de embaralhar, porém você deve tomar um cuidado extra ao espalhar as cartas – caso você costume fazer isso – pois a textura do papel plastificado dificulta um pouco essa tarefa.

Iconograficamente, o Tarot Nova exibe claras influências do Rider-Waite-Smith, com referências no mínimo indiretas ao modelo de interpretação proposto pela Golden Dawn. Todas as cartas são ilustradas com cenas ou retratos de objetos. Os arcanos menores frequentemente se assemelham aos do RWS, quer seja pictoricamente, quer conceitualmente. Influências pictóricas do Crowley-Harris-Thoth também podem ser percebidas com freqüência (eu não tenho um CHT, então é possível que eu não perceba tanto sua influência nesse deck). Todos os arcanos maiores trazem indicativos do signo/planeta ao qual correspondem no sistema da GD, bem como sua letra hebraica. O eco mais perceptível do CHT que eu notei foi a presença de animais em boa parte das figuras da corte, e em todos os Cavaleiros. De qualquer forma, o baralho da Golden Dawn também usou esse recurso do simbolismo animal com as figuras da corte. O sistema da corte do Tarot Nova, entretanto, obedece ao esquema mais comum de Rei-Rainha-Cavaleiro-Pajem, o que me sugere que o deck foi mesmo feito mais para vender que para veicular esse ou aquele sistema de interpretação do Tarot, já que combina mais de um sistema com aparente indiscriminação.

No Tarot Nova, a Força é numerada 11 e a Justiça, 8; os naipes são Bastões, Copas, Espadas e Pentáculos.

O Tarot Nova me surpreendeu pela profundidade existente na aparente simplicidade das imagens. Semelhante ao trabalho de Pamela Smith no RWS, as imagens de Julia Paschkis inspiram uma série de ideias, justamente por serem diretas e leves, o que acaba estimulando a imaginação de maneira muito agradável. Tudo nesse deck – as cores, o tamanho e espessura das cartas, o caráter pictórico quase livro infantil – resgata certas coisas que nunca deveriam deixar de ser parte de uma boa leitura de cartas – o ludismo e a diversão. O Tarot Nova torna a experiência de ler as cartas mais estimulante, divertida e imaginativa.

janeiro 11, 2010

Dicionários de Símbolos – como eles podem te ajudar em seus estudos

Filed under: Diversos, Livros / Decks — Tags:, , , — Leonardo Dias @ 3:33 AM

Se você é daqueles que gosta de analisar os mínimos detalhes das imagens do Tarot em seus estudos, provavelmente vai gostar muito de ter um dicionário de símbolos. Abaixo, apresento de forma sumária esses dicionários, que podem ser uma ferramenta muito útil na compreensão das imagens do Tarot.

O que são?

Dicionários de símbolos são compilações que, em vez de fornecerem definições ou traduções de palavras e locuções, fornecem significados e, frequentemente, o panorama histórico cultural dos símbolos nas diversas culturas. A grosso modo, podemos dividir dicionários de símbolos em verbais e pictóricos. A principal diferença entre os dois é que os dicionários de símbolos verbais tratam de símbolos como imagens mentais e conceitos, compilando as atribuições simbólicas que, digamos, o gato recebe; enquanto isso, dicionários de símbolos pictóricos concentram-se em sinais gráficos que são usados como símbolos, conjuntos de traços organizados de maneiras distintas, destinados a representar conceitos específicos. Por exemplo, um dicionário de símbolos verbal vai fornecer uma coleção das atribuições simbólicas de várias culturas para “estrela”, “círculo” ou “nudez”, por exemplo; enquanto isso, um dicionário de símbolos pictórico vai explorar os usos e conotações de sinais gráficos tais como a cruz, o triângulo ou o pentagrama. É importante perceber a diferença, para não comprar uma coisa pensando que é outra. Objetivamente, dicionários de símbolos verbais vão ter vocábulos como palavras, e vão tratar de imagens conceituais, geralmente de objetos e entidades que povoam nosso mundo real, ou imaginário – o gato, a árvore, a noite, o anjo, o sol. Um dicionário de símbolos pictóricos vai conter definições e interpretações de sinais como o ankh, a suástica, o yin/yang ou o círculo. Para o estudo específico das imagens do Tarot, eu diria que dicionários de símbolos verbais vão ser mais utilizados, já que no Tarot as imagens geralmente tem caráter mais representativo que gráfico; outra vantagem desses dicionários é que eles costumam incluir também definições para símbolos pictóricos – ou seja, você vai encontrar definições para o ankh ou a suástica neles. Mesmo assim, dicionários de símbolos pictóricos também podem ser úteis.

Para que servem?

Um dicionário de símbolos condensa, num só volume, os vários significados para a infinidade de símbolos da nossa cultura. O significado de símbolos mais gerais, como a noite ou a água, varia muito, e um dicionário de símbolos vai listar todas essas variações. Com um dicionário em mãos, você vai frequentemente perceber dimensões mais amplas para os símbolos, que nunca passaram pela sua cabeça. Um detalhe aparentemente insignificante de uma carta ou um detalhe que a princípio não recebe muita atenção, podem ser uma peça importante do quebra-cabeça, e um dicionário pode ajudar a descobrir isso. Por exemplo, no baralho Waite Smith, no bordado da túnica do Pajem de Copas, podemos ver flores vermelhas de talos longos, muito provavelmente tulipas, pelo seu formato. Tulipas vermelhas significam amor perfeito, como também uma declaração de amor. Isso está de acordo com o fato de muitos verem esse pajem como uma mensagem ou declaração de amor, ou como o mensageiro dos sentimentos. Sendo assim, mesmo que a intenção inicial do autor do baralho não tenha sido traçar um paralelo com essa ou aquela interpretações específicas de um determinado símbolo, sua presença na imagem evoca todo o seu peso significativo, e um dicionário de símbolos é uma fonte que contém todo esse peso ao alcance de nossas mãos.

Onde encontrar?

Vendedores de livro em geral costumam ter, claro. Qualquer livraria de cadeias grandes conta com ao menos uma dezena de dicionários de símbolos. Fiz uma pesquisa no site da Saraiva e no da Livraria Cultura, e ambas oferecem um número de títulos maior do que eu esperava (onze títulos na Cultura e quinze na Saraiva). A Saraiva parece ter mais vantagens, pois em seu site diz enviar a maioria dos títulos em 1 dia útil para a grande São Paulo; a Cultura os oferece sob encomenda. No entanto, eu não sei se essa encomenda é imediata ou não. Pra quem não se importa em ler em inglês, uma opção é importar pelo Amazon. Clique aqui para uma busca de dicionários de símbolos no site. A gama é maior que nas livrarias brasileiras (mais de 25 títulos), e os preços dos livros são menores. Outra ótima opção é a Livraria Internacional SBS, que também conta com alguns títulos de dicionários de símbolos, inclusive alguns importado, com preços muito bons. Além de livrarias, você também pode dar uma olhada em sebos. O site Estante Virtual oferece um dos melhores serviços que eu já vi, reunindo os acervos de mais de 1700 sebos do Brasil todo. As compras podem ser feitas tanto por meio do site quanto por contato direto com as lojas.

Reviews

Posso falar aqui sobre os dois dicionários de símbolos que eu tenho – uma versão em pdf de A Dictionary of Symbols, por J.E. Cirlot (Routledge & Kegan Paul, 1971), e Dictionary of Symbols, de Jean Chevalier e Alain Gheerbrant (Penguin Books, 1996), uma sugestão da Vera Chrystina do blog Tarô: Estudos e Pesquisas.

O dicionário de símbolos do Jean Chevalier é excelente. Encontrei-o em uma loja da Livraria SBS, justamente enquanto decidia se comprava a mesma edição por meio do amazon.com. A loja tem tanto a versão traduzida quanto em inglês. Eu acabei preferindo a versão em inglês por ser mais barata. A versão brasileira, além do dicionário em si, tem também uma introdução muito boa sobre o conceito de símbolo e coisas do tipo. Se lembro bem, paguei em torno de R$ 65,00 pela edição da Penguin, com capa normal e em papel mais fraco (mas com um corte perfeito); a tradução brasileira – maior, e com capa dura – estava em torno de R$ 84,00. O dicionário é bem completo – tem cerca de 1178 páginas, sendo que o tamanho da fonte usada é como que 10. Ele não poupa espaço para vocábulos ricos; “água”, por exemplo, tem oito páginas, e “serpente”, cerca de quinze. O próprio “tarot” conta com 6 páginas de descrição. Tem poucas ilustrações, no entanto.

O dicionário de símbolos do Cirlot é mais sucinto (não chega a 500 páginas), porém mais ilustrado. Suas definições tendem a ser também menos explorativas, mas às vezes ele dá detalhes e interpretações mais interessantes que o Chevalier. Ele também tem alguns vocábulos que o Chevalier não tem. A título de comparação, “água” no dicionário de símbolos do Cirlot tem cerca de quatro páginas, “serpente” conta com seis, enquanto que “tarot” tem 3.

novembro 21, 2009

Pamela Colman Smith Commemorative Set – Set comemorativo Pamela Colman Smith

Filed under: Diversos, Livros / Decks — Tags:, , , , , — Leonardo Dias @ 7:23 PM

Agora em dezembro, o baralho Waite-Smith do completa cem anos de lançamento. Pensando nisso, a U.S. Games System, Inc., detentora dos direitos de publicação do RWS nos Estados Unidos, lançou um set comemorativo do centenário desse que provavelmente é o mais famoso baralho de Tarot. O set contém dois livros – The Artwork and Times of Pamela Colman Smith, escrito por Stuart Kaplan (dono da U.S. Games System e autor da Encyclopedia of Tarot), sobre a trajetória artística da mulher que desenhou as imagens do baralho; e uma versão de The Pictorial Key to the Tarot, de Arthur E. Waite
(publicado no Brasil como Tarô: A Sorte Pelas Cartas, pela Ediouro Ed.*), em novo formato. Além dos livros, o set ainda é composto por seis cartões postais com reproduções de obras de Pamela Smith, três reproduções maiores de obras da artista, com mais uma foto dela, uma folha explicativa contendo esquemas de três métodos de tiragem e, por fim, um baralho RWS que reproduz o original lançado em 1909.

Encomendei o meu exemplar através do amazon.com. Alguns dias depois, o livro chegou sem problemas. O set vem numa caixa de papelão duro, coberta com papel brilhante. A caixa abre-se como um livro, em duas seções – a da direita contém os livros, cartões postais e impressões, e a da esquerda contém o baralho e uma bolsinha de organza azul claro, para guardá-lo. Em cada lado, fitinhas de cetim ajudam a abrir as abas internas e, no lado dos livros, uma fita maior é puxada para levantá-los. A qualidade geral dos itens é excelente. Os cartões e reproduções de obras, bem como as capas dos livros, são todos em papel brilhante resistente. O livro sobre a vida artística de Pamela Smith é recheado de imagens coloridas de exemplos de seu trabalho. O baralho é excelente, impresso em papel levemente brilhante, e agora chamado de Smith-Waite, em vez de Rider-Waite ou Waite-Smith, em honra à artista. Eu esperava que as cartas fossem mais plastificadas, ou “resinadas”, mas Kaplan provavelmente optou por uma composição mais natural para favorecer o aspecto envelhecido das cartas. As imagens são bem mais detalhadas, com contornos mais definidos e um colorido menos vistoso do que o Universal Waite (versão do RWS recolorida por Mary Hanson-Roberts, lançada em 1990, usado como o baralho-padrão desse blog). Certa granulosidade na impressão das imagens e seu aspecto amarelado evidenciam uma intenção de dar ao baralho uma cara de usado e antigo, que algumas pessoas gostaram, e outras não. Mesmo assim, as cores e os traços são bem nítidos, e o papel é resistente, aparentemente bem durável. No geral, a forma de impressão e a cartela de cores limitada fazem as imagens lembrarem histórias em quadrinhos antigas. Na parte de trás das cartas há uma ilustração da Rosa de Tudor (aquela mesma flor que aparece na bandeira da Morte, do mesmo baralho), ladeada por duas assinaturas de Pamela.

Um fato básico sobre esse set comemorativo é que ele é mais uma homenagem à pessoa e ao trabalho de Pamela Smith, e menos a Arthur Waite. O enfoque é essencialmente nela. Já faz algum tempo que os tarólogos têm estimulado um movimento de resgate da importância de Pamela Smith como artista. É senso comum entre muitos autores e estudiosos atuais que sua participação na criação do baralho foi bem mais proeminente do que por muito tempo foi pensado, especialmente na composição arcanos menores. É provável que Waite tenha dado a Pamela instruções sobre como ele queria que as cartas fossem desenhadas, deixando em suas mãos a tarefa de efetivamente dar corpo às imagens. Isso pode ser percebido na semelhança entre algumas cartas e outros trabalhos da artista. No entanto, seu nome foi negligenciado por muito tempo, quando não omitido por completo. Um claro exemplo disso está no próprio nome do deck, Rider-Waite, como ficou conhecido a partir do final dos anos sessenta, quando foi relançado pela U.S. Games Systems. Seu nome vem do nome da companhia que o publicou em 1909, Rider Company, e de seu idealizador, Arthur Edward Waite, deixando de fora o nome da principal responsável pela criação do baralho. Muitas pessoas veem nisso certo machismo.

Sete de Ouros - - comparação entre a versão do set e a versão recolorida do Universal Waite. Também, parte de trás das cartas do set, exibindo a Rosa de Tudor e as assinaturas de Pamela.

A mensagem principal que transparece no set, especialmente no livro sobre a carreira artística de Pamela, é que, apesar de sua figura ter caído na obscuridade, Pamela Smith foi uma artista de grande talento, com sensibilidade ímpar, que foi mais do que a artista que desenhou o baralho mais usado atualmente. Além disso, conhecer mais o seu trabalho pode ajudar-nos a compreender melhor seu trabalho na composição do Tarot.

Interessados em comprar o Pamela Colman Smith Commemorative Set podem fazê-lo através do site www.amazon.com, aqui. Atualmente o set está custando $23.10 sem as taxas de envio. Pra quem for comprar, eu aconselho optarem pela forma de envio mais cara, Priority International Courier. Comparado ao preço do livro, o valor esse método de envio é alto (eu paguei $36,98 pelo envio), mas além de chegar muito mais rápido do que a forma de envio mediana (que pra São Paulo demora cerca de um mês), você pode rastrear seu pedido e é bem mais seguro. É importante saber que o Amazon.com não fornece números de rastreamento e, sem esse número, os Correios não são capazes de saber o paradeiro do seu produto, caso ele demore mais tempo a chegar ou se extravie. Vale a pena pagar pela qualidade.

*Quem interessar-se por comprar o livro The Pictorial Key to the Tarot traduzido ao português, sugiro que dê uma olhada em sebos (o site www.estantevirtual.com.br oferece 12 opções desse livro, atualmente). Também me lembro de ter visto esse livro na Fnac da Paulista. O site da Ediouro aparentemente não o lista mais, o que me faz pensar que ele parou de ser impresso. Você também pode achá-lo online. O site http://www.scribd.com tem uma versão desse livro em pdf, que pode ser baixada aqui, desde que você tenha cadastro. Pra quem quer saber mais sobre o RWS, vale a pena dar uma lida nele.

Você também pode ver um video que fiz sobre esse set clicando aqui.

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